Projeto de Implantação de apiários na Unidade Japoatã: fortalecendo a biodiversidade, o desenvolvimento sustentável e a produção consciente

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A implantação de apiários é uma iniciativa estratégica que reforça o compromisso da nossa organização com a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento responsável. As abelhas desempenham um papel essencial na polinização, sendo fundamentais para a preservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas. 


Na Unidade Japoatã, apiários vão gerar renda e contribuir para a preservação da mata nativa e das áreas de preservação permanente (APP).


Na Unidade Japoatã (SE), uma iniciativa promete gerar renda extra para a população local e, ao mesmo tempo, contribuir para a regeneração da Mata Atlântica, que ocupa aproximadamente 20% da área adjacente ao cultivo de cana-de-açúcar. Trata-se da instalação de apiários para a produção local de mel e derivados.


O projeto está em fase piloto com 30 colméias de abelhas africanizadas. Cada colméia tem o potencial de produzir 50 kg de mel por ano. A meta é ter em torno de 2 mil colméias, que serão mantidas por funcionários e moradores locais. A primeira safra do projeto-piloto deve ser colhida ainda este ano.


“É um projeto em que todos ganham: a natureza, a comunidade local e o Grupo José Pessoa, pois estaremos fomentando e gerando renda, a regeneração da vegetação local e desenvolvendo um novo produto no nosso portfólio”, afirma José Pessoa de Queiroz Bisneto, Diretor Presidente do Grupo José Pessoa.


O projeto conta com o trabalho de um consultor especializado e quem está por trás da execução do projeto no dia-a-dia é o coordenador de Topografia, Plantio e Colheita, Weliton Pinheiro de Figueiredo. Ele não tinha experiência prévia com apiários, mas aprendeu rapidamente e trabalha com toda a segurança. Uma de suas tarefas é colocar cera nas caixas. “A partir da cera, se formam os casulos e aí se desenvolve o enxame”, conta Figueiredo.


São muitas as vantagens da criação de abelhas em regiões de florestas, como é o caso em Japoatã. Em primeiro lugar, ocorre uma intensificação da polinização de espécies nativas, contribuindo para a regeneração natural da floresta. As abelhas podem ajudar na manutenção de plantas endêmicas que dependem de polinizadores específicos.


Apiários bem manejados também favorecem a presença de outros insetos, aves e pequenos mamíferos pela maior oferta de flores e alimento. Isso acaba por fortalecer redes ecológicas, especialmente em áreas fragmentadas.


A presença das abelhas também propicia suporte à recuperação de áreas degradadas, acelerando processos de reflorestamento, facilitando a dispersão genética das plantas e aumentando a resiliência do ecossistema. Há também os benefícios econômicos da criação de abelhas, notadamente a produção de mel e derivados de alta qualidade.


“A instalação dos apiários representa nosso compromisso com as populações das regiões em que produzimos e também com o meio-ambiente. A depender dos resultados, essa iniciativa poder ser replicada em outras unidades”, conclui José Pessoa de Queiroz Bisneto.








 


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